Em folhas
de papéis reciclados
ponho-me a escrever teu nome.
Em tinta preta e aguada
dos meus olhos encharcados.
Vê, tenho as pálpebras já roxas.
Tenho manhãs de quem não dorme.
De pensar só no teu nome.
Teu nome, teu nome, teu nome.
É tudo que me soa coerente.
Sentir mas não dizer o que sente!
Mentir?
E na gélida madrugada.
Eu, só e embriagada.
Escreverei teu nome.
Agora em tinta vermelha
manchada de sangue.
ponho-me a escrever teu nome.
Em tinta preta e aguada
dos meus olhos encharcados.
Vê, tenho as pálpebras já roxas.
Tenho manhãs de quem não dorme.
De pensar só no teu nome.
Teu nome, teu nome, teu nome.
É tudo que me soa coerente.
Sentir mas não dizer o que sente!
Mentir?
E na gélida madrugada.
Eu, só e embriagada.
Escreverei teu nome.
Agora em tinta vermelha
manchada de sangue.
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