De vinho ou poesia
quarta-feira, 24 de abril de 2013
sóbria
Sóbria,
ferida em sangue puro.
Você.
Quarto escuro,
não enxergava.
Entenda, essa nossa estrada
já não leva a nada.
Te iludia?
Pois eu já nem queria.
Tu olhavas as estrelas
E eu que fingia?
Torpe.
Não te amava.
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