Breu
noturno na calçada.
Corpos
alheios, tantos.
Era madrugada.
Eu andava
distraída.
Chutando as
tampas da garrafa.
Sujava meu
all-star azul escuro
e não
esperava nada.
Corpos,
copos, mesas lotadas.
Vendo
poesia para estranhos.
Você entendeu das minhas palavras.
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