Amo a vida.
A singularidade das expressões
humanas, faciais
tão fáceis.
Amo o cantar dos pássaros,
as redondilhas musicais.
Um soneto simples, íngreme.
A aurora a brilhar
sobre a profundeza do mar.
Amo, amo.
Não venero.
Apenas apelo,
o cantar musical,
o brilho do sol
a enxada, o cafezal.
Que viva o trabalho!
(pelo povo e ao povo)
Odeio o salário.
Esqueça o velho, o comum
um ode ao novo!
tão fáceis.
Amo o cantar dos pássaros,
as redondilhas musicais.
Um soneto simples, íngreme.
A aurora a brilhar
sobre a profundeza do mar.
Amo, amo.
Não venero.
Apenas apelo,
o cantar musical,
o brilho do sol
a enxada, o cafezal.
Que viva o trabalho!
(pelo povo e ao povo)
Odeio o salário.
Esqueça o velho, o comum
um ode ao novo!
À bruma, à brisa.
O canto do galo.
Um eco do gado.
Uma vida melhor.
Amo tudo e não vicio;
preciso
do leite, do pão
e do milho.
Amo tudo o que é mais simples
e lindo.
Amo a vida
ao fim.
O canto do galo.
Um eco do gado.
Uma vida melhor.
Amo tudo e não vicio;
preciso
do leite, do pão
e do milho.
Amo tudo o que é mais simples
e lindo.
Amo a vida
ao fim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário