Três da manhã,
minha mão nos teus seios.
Na varanda não há ninguém,
ele não vem.
Somos apenas meninas perdidas,
desiludidas pela vida.
Somos apenas jovens apaixonadas.
Somos putas.
Lá fora o vento sopra,
você tem medo.
Não há ninguém,
apenas o nosso amor barato,
maltratado, roubado,
vendido à troca de um pão.
Apenas nossos orgasmos, juntas,
eu e você.
Não veio ninguém hoje,
a casa está vazia..
E você tem um olhar triste,
mas me olha com desejo.
À espera de um beijo
sujo, de graça
amor que vem e passa,
errado.
Não posso te dar amor,
mas ninguém chegou,
estamos sozinhas.
Tuas coxas entre as minhas
errado, mas bom.
Teus seios em minha boca,
tua voz me deixando louca.
Somos putas!
Não podemos entregar-nos
de graça.
Somos jovens
perdidamente apaixonadas.
Somos inocentes.
Misturamos as vaginas,
gritamos de tesão.
Somos livres,
assim de simples.
Livremente presas ao desejo.
minha mão nos teus seios.
Na varanda não há ninguém,
ele não vem.
Somos apenas meninas perdidas,
desiludidas pela vida.
Somos apenas jovens apaixonadas.
Somos putas.
Lá fora o vento sopra,
você tem medo.
Não há ninguém,
apenas o nosso amor barato,
maltratado, roubado,
vendido à troca de um pão.
Apenas nossos orgasmos, juntas,
eu e você.
Não veio ninguém hoje,
a casa está vazia..
E você tem um olhar triste,
mas me olha com desejo.
À espera de um beijo
sujo, de graça
amor que vem e passa,
errado.
Não posso te dar amor,
mas ninguém chegou,
estamos sozinhas.
Tuas coxas entre as minhas
errado, mas bom.
Teus seios em minha boca,
tua voz me deixando louca.
Somos putas!
Não podemos entregar-nos
de graça.
Somos jovens
perdidamente apaixonadas.
Somos inocentes.
Misturamos as vaginas,
gritamos de tesão.
Somos livres,
assim de simples.
Livremente presas ao desejo.
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