De vinho ou poesia
domingo, 11 de março de 2012
Madrugada.
Viro noites,
madrugadas,
bêbada.
E você tão só me olha,
calada.
Faço versos, fico louca.
Te procuro pela escada.
Te espero, noite afora.
E se viro a madrugada..
Não fazes nada.
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