Eu quero ir embora dessa cidade
ver os passáros em outro céu.
Sentir meus pés na liberdade
eu queria ver Manuel...
Ver Manuel e sua loucura
quero deitar-me na sua cama.
ver os passáros em outro céu.
Sentir meus pés na liberdade
eu queria ver Manuel...
Ver Manuel e sua loucura
quero deitar-me na sua cama.
Ou navegar em terras alheias
Desaguar n´algum Juan,
ou num Rodrigo, Jorge
Clarice...
Alguém que devagar ouvisse,
as ondas......
Nos braços de um grande amor,
ao som do violão,
dormir nos lençois
do Maranhão.
Ou no sexo de um qualquer,
morrendo de prazer.
Noite alta em Buenos aires,
a me desatinar por entre os bares
e olhares, fugazes..
Eu quero ouvir maracatu, xaxado, baião.
Quero dançar o frevo nas ladeiras.
Ver os capitães da areia!
Levar meu bloco pra multidão
ou num Rodrigo, Jorge
Clarice...
Alguém que devagar ouvisse,
as ondas......
Nos braços de um grande amor,
ao som do violão,
dormir nos lençois
do Maranhão.
Ou no sexo de um qualquer,
morrendo de prazer.
Noite alta em Buenos aires,
a me desatinar por entre os bares
e olhares, fugazes..
Eu quero ouvir maracatu, xaxado, baião.
Quero dançar o frevo nas ladeiras.
Ver os capitães da areia!
Levar meu bloco pra multidão
Praia do Forte,
aventurar-me pelo Norte.
E em Natal,
querer amar no plural.
querer amar no plural.
Mas se no final
Se eu, mesmo após rodar o mundo,
me sentir sozinha.
Que me dissolva então de tudo,
Rodrigos, Clarices, os bares.
E que minha infinita viagem
Me leve ao coração da mata selvagem,
A natureza e eu,
só.
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